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Rio2C 2026: Badauê no centro das conversas sobre criatividade, cultura e inovação brasileira

No primeiro dia do Rio2C 2026, a Badauê mergulhou nos principais debates sobre cultura, marcas, comportamento e inovação, realizando entrevistas, podcast, cobertura em tempo real e leituras estratégicas sobre os novos códigos culturais que estão moldando o presente e futuro da economia criativa brasileira.

Escrito por Badauê · 26 de maio de 2026

@rio2c & @alabadaue
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A atuação da Badauê no primeiro dia do Rio2C 2026

O primeiro dia do Rio2C 2026 começou com uma pergunta urgente atravessando os corredores do maior encontro de criatividade da América Latina: como construir significado em um mundo dominado por algoritmos, excesso de informação e inteligência artificial?

E foi justamente nesse território que a Badauê entrou em campo.

Como Plataforma de Inovação Cultural pioneira no Brasil, a Badauê iniciou sua cobertura no evento atuando na interseção entre cultura, mercado, comportamento e inovação, investigando os sinais que ajudam a entender não apenas o presente da economia criativa, mas principalmente os próximos movimentos do mercado brasileiro.

Entre entrevistas, leituras estratégicas, conexões e produção de conteúdo em tempo real, a Badauê acompanha os movimentos que estão redefinindo a relação entre cultura, criatividade, marcas e comportamento.

Badauê ganha destaque na CNN Brasil e GloboNews durante o Rio2C 2026

Logo no primeiro dia, Alicia, diretora executiva e cofundadora da Badauê, foi entrevistada pela CNN Brasil e pela GloboNews para falar sobre o conceito “Code of Meaning”, provocação central do Rio2C nesta edição.

A reflexão parte de um movimento evidente: a necessidade de buscar significado para além do digital. Uma resposta ao momento pós-pandêmico que vivemos enquanto sociedade hiperconectada, influenciada por algoritmos e atravessada pela inteligência artificial.

Durante as entrevistas, Alicia reforçou o papel da Badauê em potencializar aquilo que existe de mais humano na cultura sem abrir mão da tecnologia como ferramenta estratégica.

A discussão também aponta para uma transformação cultural mais ampla. Em um mundo acelerado por tecnologia e excesso de informação, experiências humanas, identidade e conexão ganham ainda mais valor.

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Cobertura em tempo real, podcast e amplificação para a comunidade

Ao longo do dia, a Badauê realizou uma cobertura em tempo real nos stories, compartilhando bastidores, principais debates, movimentos de mercado e insights captados diretamente dos palcos, lounges e encontros do evento.

Além da cobertura editorial, a conversa também foi ampliada para dentro da comunidade da plataforma, transformando os aprendizados do Rio2C em repertório estratégico para criativos, marcas, artistas, empreendedores e profissionais da nova economia criativa brasileira.

O primeiro dia também marcou a gravação do primeiro podcast da cobertura especial da Badauê no Rio2C. O episódio reuniu Lucia Su, fundadora da Cosmo Ro, em uma conversa sobre inovação, criatividade brasileira, estética, identidade cultural e os movimentos que estão redefinindo o futuro da economia criativa contemporânea.

A conversa foi conduzida pelas fundadoras da Badauê, Alicia e Natália Lucas, ao lado do time de marketing formado por Roberto Amazonas e Renata Rosas.

Entre os temas discutidos estiveram os novos códigos culturais, o papel do gingado brasileiro como ativo estratégico, a valorização de narrativas autorais e a potência da brasilidade como diferencial competitivo para marcas, criativos e negócios.

Em breve, o episódio completo estará disponível na plataforma da Badauê.

Vozes que ajudam a entender o Brasil contemporâneo

Entre as entrevistas realizadas pela Badauê no primeiro dia, um dos destaques foi a conversa com Nídia Aranha sobre criatividade brasileira, território, imagem e os códigos culturais que tornam a estética brasileira tão potente globalmente.

Diretora criativa de projetos recentes da Anitta e da MISCI, Nídia vem construindo uma das trajetórias mais relevantes da nova cena criativa brasileira, atravessando moda, audiovisual, música e artes visuais com uma linguagem profundamente autoral e brasileira.

Ao longo da conversa, também destacou a importância de fortalecer narrativas culturais brasileiras de forma autêntica e sensível, além de enaltecer o trabalho da Badauê dentro desse movimento contemporâneo de valorização cultural e construção de novos códigos criativos brasileiros.

A Badauê também conversou com Kananda Soares, criadora da Favela Hype.

Durante o encontro, Kananda trouxe uma reflexão inspirada em Darcy Ribeiro sobre como a criatividade brasileira nasce muitas vezes da falta, da carência e da necessidade de reinvenção.

Ao compartilhar sua trajetória na moda, relembrou que, no início, não tinha acesso nem recursos financeiros para produzir da maneira tradicional. Criava a partir do que existia ao redor: cortava calças do pai, reconstruía vestidos da mãe e transformava limitação em linguagem estética.

Uma fala que ajuda a traduzir uma das maiores potências criativas do Brasil: a capacidade de criar repertório, identidade e inovação mesmo em contextos de escassez.

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Curadoria estratégica e conexões de futuro

A atuação da Badauê no primeiro dia também passou pela construção de conexões estratégicas com agentes relevantes do mercado criativo nacional e internacional.

Entre os convidados articulados pela plataforma esteve Yohanna Fuerth, da Simone Jordão, fortalecendo diálogos sobre expansão global, posicionamento cultural e internacionalização de marcas brasileiras.

A Badauê também reuniu nomes relevantes da cultura, comunicação, moda e entretenimento brasileiro, ampliando pontes entre diferentes territórios da economia criativa.

Entre eles esteve Maria Canto, responsável pelas estratégias de marketing do Folia Tropical, uma das maiores plataformas de experiências carnavalescas e culturais do país.

A cobertura também contou com a presença de Lucia Su, fundadora da Cosmo Ro, marca reconhecida por traduzir brasilidade contemporânea, estética autoral e sofisticação cultural em linguagem visual e produto.

Outro nome presente foi Matheus Mendes, integrante do time de comunicação da G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira, reforçando o diálogo da Badauê com instituições que representam alguns dos códigos culturais mais potentes da identidade brasileira.

O que torna uma marca culturalmente relevante?

Nos principais painéis sobre marcas, comportamento e mercado no Rio2C 2026, Natália Lucas esteve acompanhando discussões e captando sinais estratégicos sobre o futuro da comunicação, branding e construção de desejo cultural.

Um dos insights mais provocativos surgiu no painel “Estratégia Orientada por Dados: O Novo Imperativo do C-Level na Transformação do Marketing”, conduzido por Ionah Kochen, da Nestlé Brasil, ao lado de Celia Regina Satiko Nishio, com mediação de Pacete.

Durante a conversa, uma frase sintetizou uma das discussões mais importantes da atualidade para marcas:

“Como uma marca que não é brasileira está presente em 99% dos lares brasileiros? Porque construiu relevância cultural.”

A fala aponta para uma transformação profunda no mercado: presença já não se sustenta apenas em distribuição, mídia ou produto. O que mantém uma marca viva no imaginário coletivo é sua capacidade de construir conexão simbólica com a cultura, com os hábitos e com a vida real das pessoas.

Esse entendimento também apareceu no painel “Emoção Imersiva: Por Que Viver a Marca é Mais Importante que Comprá-la?”, com Simone Mattar, Taciana Veloso e mediação da jornalista Luanda Vieira.

Ao longo da conversa, as palestrantes reforçaram como as marcas mais memoráveis são aquelas capazes de criar experiências que atravessam o consumo e se transformam em sensação, memória e pertencimento. Em um cenário saturado por ativações superficiais, o que realmente gera impacto é a autenticidade, a pesquisa, a profundidade simbólica e a capacidade de tocar emocionalmente as pessoas.

Porque no fim, as pessoas podem até esquecer o produto. Mas dificilmente esquecem aquilo que sentiram.

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A Badauê como radar estratégico da cultura brasileira

O primeiro dia do Rio2C 2026 também reforçou o papel da Badauê como uma plataforma que investiga, conecta e traduz os movimentos culturais que impactam o presente e o futuro da economia criativa brasileira.

Ao longo da cobertura, a Badauê atuou como agente ativo nas conversas sobre criatividade, comportamento, identidade cultural e inovação, ampliando discussões que atravessam cultura, mercado e construção de relevância contemporânea.

As conversas acompanhadas durante o evento reforçam um movimento que a plataforma já vem investigando há anos: em um cenário acelerado por tecnologia e excesso de informação, conexão cultural, repertório e significado se tornam ativos cada vez mais valiosos.

A cobertura segue nos próximos dias com entrevistas, bastidores, leituras estratégicas, podcast e conteúdos em tempo real diretamente do Rio2C 2026.

Em breve, a plataforma também disponibilizará um report especial reunindo os principais insights sobre cultura, comportamento, criatividade, marcas e inovação.

“O QUE A GENTE PERCEBE NO RIO2C É QUE A CULTURA DEIXOU DE SER UMA CAMADA ESTÉTICA OU COMPLEMENTAR DENTRO DAS ESTRATÉGIAS. ELA PASSOU A OCUPAR UM LUGAR ESTRUTURAL NAS CONVERSAS SOBRE INOVAÇÃO, COMUNICAÇÃO, COMPORTAMENTO E CONSTRUÇÃO DE VALOR. E A PRESENÇA DA BADAUÊ AQUI TEM UM PESO IMPORTANTE PORQUE EXISTE UM GINGADO BRASILEIRO, UMA INTELIGÊNCIA CULTURAL E UMA FORMA MUITO PRÓPRIA DE CRIAR QUE AINDA FOI POUCO TRADUZIDA COMO POTÊNCIA ESTRATÉGICA DE MERCADO. NOSSO PAPEL É JUSTAMENTE INVESTIGAR, CONECTAR E AMPLIFICAR ESSES CÓDIGOS CULTURAIS BRASILEIROS DENTRO DAS DISCUSSÕES QUE ESTÃO DESENHANDO O FUTURO DA ECONOMIA CRIATIVA.”

Natalia Lucas, Diretora Criativa e Cofundadora da Badauê

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