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Marcas & Experiências

Comunidades influenciam hábitos de consumo e descoberta de hobbies, aponta pesquisa

Estudo da PiniOn ouviu 1.500 brasileiros e revelou que 28,5% compram por recomendação de comunidades e que pertencer a grupos muda a forma como as pessoas se relacionam com o que consomem

Escrito por Redaçāo Badauê · 9 de outubro de 2026

Comunidades influenciam hábitos de consumo e descoberta de hobbies, aponta pesquisa 
 
 

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Crédito: Reprodução

Estar numa comunidade vai além da socialização. É o que mostra a pesquisa Pertencimento & Comunidade, realizada pela PiniOn com 1.500 brasileiros, que identificou um impacto direto do pertencimento a grupos nos hábitos de consumo e no desenvolvimento de novos interesses.

Entre os entrevistados, 28,5% afirmam que as recomendações de comunidades influenciam muito na decisão de compra. Outros 13,1% dizem que fazer parte de um grupo os leva a gastar significativamente mais com seu hobby. Os dados apontam que a recomendação de quem compartilha interesses comuns tem peso concreto no comportamento do consumidor, não apenas como inspiração, mas como motivação de compra.

O impacto das comunidades também aparece na descoberta de novas ocupações. Embora 60% dos respondentes afirmem pesquisar sozinhos quando descobrem um hobby, mais de 13% compartilham esse interesse com a família e 54% dizem se aprofundar muito no assunto depois de descobri-lo, o que sugere que o grupo funciona como amplificador de engajamento mesmo quando a descoberta inicial é individual.

Do ponto de vista das motivações para estar em grupo, o estudo identificou que troca de experiências lidera com 39,4%, seguida por aprendizado com 32,2% e fazer amigos com 17,4%. Esses dados mostram que o valor percebido nas comunidades vai além do lazer e se conecta a necessidades mais profundas de desenvolvimento e pertencimento.

O vínculo comunitário também aparece como suporte emocional. Para 42,9% dos respondentes, participar de comunidades ajuda a lidar com momentos difíceis, e 37% afirmam conseguir ser mais eles mesmos quando estão inseridos em seus grupos.

A frequência dos encontros presenciais varia por perfil. Entre homens e jovens de 18 a 25 anos, 31,8% afirmam se encontrar presencialmente com amigos todos os dias. Entre as mulheres, esse número é menor, em parte porque mais da metade trabalha de forma remota.

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