Duca
@duca_ctConheça Duca, artista do Banco Badauê. De volta ao Brasil, Duca fotografa o indivíduo que sustenta o coletivo de cada canto, cada vez mais intrigada pelo paradoxo brasileiro.
Estado
Rio de Janeiro
Categoria
Fotografia
Duca
@duca_ctConheça Duca, artista do Banco Badauê. De volta ao Brasil, Duca fotografa o indivíduo que sustenta o coletivo de cada canto, cada vez mais intrigada pelo paradoxo brasileiro.
Estado
Rio de Janeiro
Categoria
Fotografia
Maria Dulce Beatriz Celidonio
Teixeira
@duca_ctDuca é fotógrafa e diretora de arte radicada no Rio de Janeiro. Sua prática nasce de um percurso longo e deliberadamente não linear: da Bahia dos anos 90 à África, da Europa ao retorno ao Brasil em 2024, cada travessia deixou sedimentos no olhar. Hoje aluna na EAV do Parque Laje, sua pesquisa se situa entre o documental e o poético, investigando como memória, território e identidade se inscrevem nos corpos e nas paisagens brasileiras.
O que move seu trabalho é o humano em escala íntima. Não o Brasil visto de cima, mas o indivíduo que sustenta o coletivo, o gesto simples que carrega séculos, a relação entre o que somos e o que os lugares nos fizeram ser. Seu olhar percorre o país de ponta a ponta, do norte ao sul, do litoral ao interior, em busca do que as sombras ocultam e a fotografia pode revelar.
Há uma qualidade particular na obra de quem volta de longe para ver de perto. Duca fotografa o Brasil com a distância crítica de quem viveu fora e a intimidade de quem sempre pertenceu. Para ela, o gingado brasileiro é esperança. E sua câmera é o instrumento com que ela vai atrás dessa esperança, território a território.
Maria Dulce Beatriz Celidonio
Teixeira
@duca_ctEstado
Rio de Janeiro
Categoria
Fotografia
Duca é fotógrafa e diretora de arte radicada no Rio de Janeiro. Sua prática nasce de um percurso longo e deliberadamente não linear: da Bahia dos anos 90 à África, da Europa ao retorno ao Brasil em 2024, cada travessia deixou sedimentos no olhar. Hoje aluna na EAV do Parque Laje, sua pesquisa se situa entre o documental e o poético, investigando como memória, território e identidade se inscrevem nos corpos e nas paisagens brasileiras.
O que move seu trabalho é o humano em escala íntima. Não o Brasil visto de cima, mas o indivíduo que sustenta o coletivo, o gesto simples que carrega séculos, a relação entre o que somos e o que os lugares nos fizeram ser. Seu olhar percorre o país de ponta a ponta, do norte ao sul, do litoral ao interior, em busca do que as sombras ocultam e a fotografia pode revelar.
Há uma qualidade particular na obra de quem volta de longe para ver de perto. Duca fotografa o Brasil com a distância crítica de quem viveu fora e a intimidade de quem sempre pertenceu. Para ela, o gingado brasileiro é esperança. E sua câmera é o instrumento com que ela vai atrás dessa esperança, território a território.
Obras
“As pessoas que constroem esse país me movem. Atravessando o território, inspirada pelo indivíduo que sustenta o coletivo de cada canto, sigo cada vez mais intrigada pelo paradoxo brasileiro.”
— Duca
Banco Badauê
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O Banco é a galeria digital da Badauê dedicada a revelar e promover artistas visuais contemporâneos com gingado brasileiro.
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