Ricardo
Abril
@ricardoabrilConheça Ricardo Abril, artista do Banco Badauê. De Brasília, Ricardo escuta com os olhos e fotografa o Brasil como ele realmente é: espontâneo, inventivo e cheio de poesia.
Estado
DF
Categoria
Fotografia
Ricardo
Abril
Conheça Ricardo Abril, artista do Banco Badauê. De Brasília, Ricardo escuta com os olhos e fotografa o Brasil como ele realmente é: espontâneo, inventivo e cheio de poesia.
Ricardo Abril
Marinho
@ricardoabrilDe Brasília, Ricardo Abril escuta com os olhos. Nascido em São Paulo, criado em Curitiba e hoje radicado no Planalto Central, sua trajetória geográfica não é coincidência, é método. Cada cidade atravessada deixou camadas de olhar que agora se revelam nas imagens que faz da rua, das pessoas, dos gestos que o Brasil produz sem perceber.
Sua fotografia documental não busca a verdade como prova, mas como ressonância. Interessa a Ricardo o que há de poético no comum: o modo como alguém caminha, a forma como uma roupa fala antes do corpo, o improviso que vira gesto estético. A câmera, para ele, é menos um instrumento de registro do que um dispositivo de escuta, uma forma de se aproximar do outro sem invadir e de construir imagens que reflitam a força silenciosa de simplesmente existir.
É na rua que seu trabalho mais acontece. Ali onde o Brasil aparece sem filtro, nas cores, nos encontros improváveis, na resistência que se disfarça de leveza, Ricardo encontra o que define como gingado: não uma pose, mas uma presença. Uma forma de reinventar o cotidiano com afeto, humor e criatividade mesmo diante do que é duro.
Com uma obra que transita entre o lirismo e o comprometimento social, Ricardo Abril reafirma que a fotografia brasileira tem muito a dizer quando se recusa a espetacularizar o que já é extraordinário por si mesmo.
Ricardo Abril
Marinho
De Brasília, Ricardo Abril escuta com os olhos. Nascido em São Paulo, criado em Curitiba e hoje radicado no Planalto Central, sua trajetória geográfica não é coincidência, é método. Cada cidade atravessada deixou camadas de olhar que agora se revelam nas imagens que faz da rua, das pessoas, dos gestos que o Brasil produz sem perceber.
Sua fotografia documental não busca a verdade como prova, mas como ressonância. Interessa a Ricardo o que há de poético no comum: o modo como alguém caminha, a forma como uma roupa fala antes do corpo, o improviso que vira gesto estético. A câmera, para ele, é menos um instrumento de registro do que um dispositivo de escuta, uma forma de se aproximar do outro sem invadir e de construir imagens que reflitam a força silenciosa de simplesmente existir.
É na rua que seu trabalho mais acontece. Ali onde o Brasil aparece sem filtro, nas cores, nos encontros improváveis, na resistência que se disfarça de leveza, Ricardo encontra o que define como gingado: não uma pose, mas uma presença. Uma forma de reinventar o cotidiano com afeto, humor e criatividade mesmo diante do que é duro.
Com uma obra que transita entre o lirismo e o comprometimento social, Ricardo Abril reafirma que a fotografia brasileira tem muito a dizer quando se recusa a espetacularizar o que já é extraordinário por si mesmo.
Obras
Me inspira a força e a resistência do povo, a leveza no meio da luta, a forma como transformamos dor em dança, saudade em abraço, limite em possibilidade. Isso, pra mim, é Brasil.”
— Ricardo Abril
Banco Badauê
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O Banco é a galeria digital da Badauê dedicada a revelar e promover artistas visuais contemporâneos com gingado brasileiro.
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