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Economia criativa do Brasil tem reconhecimento internacional

Empreendedorismo criativo movimenta PIB e mercado de trabalho e tem como aliada a Badauê, uma plataforma de inovação cultural.

Escrito por Redaçāo Badauê · 12 de maio de 2026

Economia criativa do Brasil tem reconhecimento internacional — imagem 1
Créditos: Francisco Samuel Macedo Diniz
O ano de 2026 foi oficialmente declarado como o da Criatividade no Brasil. O reconhecimento é da World Creativity Organization (WCO), principal organização internacional dedicada à promoção da criatividade e da economia criativa, reafirmando a singularidade da capacidade de o país criar, reinventar e transformar.De acordo com dados do Observatório Itaú Cultural, que corroboram os da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o empreendedorismo criativo já movimenta aproximadamente R$ 288 bilhões, com cerca de 7,4 milhões de pessoas em empregos formais, indiretos e informais. Esse setor representa cerca de 2,6% a 3% do PIB brasileiro, de acordo com dados do IBGE.Nesse sentido, o capital intelectual, a cultura e a criatividade dos brasileiros são os principais insumos para a geração de valor e riqueza na economia criativa. Muitas vezes, o principal recurso é o talento humano, o que permite que pequenos negócios comecem com pouco investimento financeiro. Considerada um ativo estratégico, a criatividade brasileira já se destaca no cenário internacional por meio do conhecimento, da inovação e, sobretudo, da valorização de sua cultura multifacetada.

“ACENDER O VETOR ECONÔMICO DA CULTURA E TRANSFORMÁ-LO EM MODELO DE NEGÓCIO INOVADOR E TECNOLÓGICO POSSIBILITA QUE A NOSSA CRIATIVIDADE SEJA TRANSVERSAL, ONDE A LIBERDADE GEOGRÁFICA NÃO LIMITA A ATUAÇÃO, FORTALECENDO TODA A CADEIA PRODUTIVA DA CULTURA”,

explica a CEO da Badauê, primeira plataforma de inovação cultural do Brasil, Alicia Cesario.
De acordo com Alicia, os mercados de entretenimento, cultura, arte, turismo, gastronomia, saúde, bem-estar, assim como a moda, estão em alta na customização de serviços, cuja criatividade pode alicerçar as marcas com um grande diferencial: a brasilidade e seu gingado. “As empresas buscam ações que possam impulsionar seus negócios, e a criatividade brasileira acende um vetor econômico da cultura fundamental para transformar o potencial das marcas”, ensina a CEO.Nesse sentido, o Brasil criativo se torna o caminho para transformar reconhecimento em ação, cuja internacionalização do mercado das indústrias criativas exporta valor, identidade e inteligência criativa. Hoje, o país possui uma Secretaria de Economia Criativa, vinculada ao Ministério da Cultura, e avanços na Lei Rouanet, que reconhece o Território Criativo e o Programa Nacional Aldir Blanc de Fomento à Economia Criativa (PNAB).

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